sexta-feira, 17 de maio de 2013

Homem esquece bilhete de loteria de R$ 9,6 mi em pote de biscoito

Homem ganha US$ 4,8 milhões (R$ 9,6 milhões)

Richard Cerezo, de Geneva, Illinois, nos EUA, tinha armazenado 11 bilhetes antigos de loteria em um pote de biscoitos sem os conferir e no início deste mês, por sugestão de sua esposa, ele pegou os ingressos e resolveu checa-los. Para sua surpresa, ele tinha ganhado um prêmio de US$ 4,8 milhões (cerca de (R$ 9,6 milhões), de acordo com informações do site Gawker. Cerezo havia vencido a loteria no dia 2 de fevereiro e não sabia. Ele recolheu o cheque na quarta-feira.

"Estou impressionado, isso é inacreditável", disse ele. "Quando eu percebi que tínhamos todos os seis números, foi chocante. Pensei 'uau, isso realmente está acontecendo?' Então eu liguei para o meu filho e pediu para que verificasse isso ", disse Cerezo à emissora WGN, de Chicago. "E ele olhou para isso e disse 'sim, parece que você é o vencedor." Cerezo diz que vai usar o dinheiro para pagar suas hipotecas e outras contas e para ajudar seus filhos. Eles também têm planos de doar parte para a igreja e suas instituições de caridade favoritas.

Fonte: Terra

Dois anos após veto, MEC diz que ainda 'analisa' kit anti-homofobia


No Dia Internacional de Combate à Homofobia, o MEC diz que ainda analisa material que teve a distribuição proibida pela presidente Dilma há dois anos
Passados dois anos do veto da presidente Dilma Rousseff a uma série de conteúdos que seriam distribuídos nas escolas da rede pública como forma de combater a homofobia, o material desenvolvido por diversas entidades em parceria com o Ministério da Educação (MEC) ainda não teve um destino definido. Consultada pelo Terra, a assessoria da pasta se limitou a dizer que a proposta não foi abandonada e que os conteúdos ainda estão em análise.
"O Ministério da Educação firmou uma parceria com o Fórum de Entidades Nacionais da Psicologia (Fenp) e dez universidades federais para debater e analisar todos os materiais educativos que abordem preconceitos, violência nas escolas e qualquer tipo de discriminação, entre eles, os materiais referentes ao Programa Escola sem Homofobia", disse o MEC em nota. No entanto, a pasta não detalhou quando essa análise será concluída.
A distribuição do kit, que estava prevista para ocorrer no segundo semestre de 2011 em 6 mil escolas de ensino médio, foi cancelada em maio daquele ano após pressão das bancadas religiosas, que convenceram a presidente de que o material fazia "propaganda de orientação sexual". Após a polêmica, o MEC disse que o veto de Dilma refere-se a três vídeos: Torpedo, Encontrando Bianca e Probabilidade. O restante do conteúdo, que inclui um caderno com orientações aos professores e boletins destinados aos estudantes, ainda espera por uma definição.
Para o coordenador do Grupo de Trabalho de Combate à Homofobia da Universidade de Brasília (UnB), José Zuchiwschi, a falta de uma definição sobre o kit é um "desrespeito à população". Zuchiwschi  trabalhou no Ministério da Educação durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva e ajudou a articular a elaboração dos materiais. Faz três anos que ele deixou a pasta para assumir o cargo de professor de antropologia na UnB e não poupa críticas ao governo. 
​"Eu já tinha saído (do MEC) quando a presidente vetou o kit, mas foi uma decepção. Aquilo era um trabalho de anos, já havia sido licitado, pago e agora não saber o que fazer com esse material é no mínimo um desrespeito à população", afirma o professor, ao fazer referência ao montante de cerca de R$ 1,8 milhão gasto pelo ministério na produção do conteúdo.
Ele ainda diz que alguns setores conservadores tentaram vender a ideia de que o kit seria distribuído para crianças com 6 anos de idade - quando na verdade o material era volta exclusivamente para alunos do ensino médio. "Dói muito saber que as forças contrárias dos fundamentalistas, não só os evangélicos, mas a bancada católica, tenham boicotado o trabalho e passado para a população a visão de que estaríamos incentivando a homossexualidade". Segundo ele, o material foi produzido por um "grupo conceituado" de acadêmicos, com apoio de entidades como o Conselho Federal de Psicologia e a Unesco. "Nunca passou pela cabeça de ninguém entregar isso a crianças", completa.

Dia de luta contra a homofobia
O especialista ainda diz que neste 17 de maio, Dia Internacional de Combate a Homofobia, é preciso cobrar do governo a necessidade de adoção de uma política de caráter nacional para o combate à discriminação nas escolas, já que hoje apenas alguns projetos isolados são desenvolvidos por prefeituras e governos.
Ele lembra que diversos estudos apontam para a necessidade, urgente, de proteger a população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. Pesquisa feita em 2009 pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), por exemplo, apontou que 87,3% dos entrevistados têm preconceito com relação à orientação sexual. O levantamento baseou-se em uma amostra nacional de 18,5 mil alunos, pais, professores e funcionários de escola.
"Quem paga a conta desse descaso é a minoria LGBT, que sofre sucessivas agressões na escola e na universidade", diz José Zuchiwsch ao ressaltar que a taxa de abandono do estudos é muito maior nesse grupo da população. "Muitos travestis caem na prostituição justamente por abandonarem os estudos depois de tanto preconceito", ressalta.

MEC diz que desenvolve ações para combater homofobia
Embora ainda não tenha uma definição para o projeto Escola sem Homofobia, o MEC diz que desenvolve algumas ações para combater a homofobia na escola. "O Ministério da Educação possui estratégias e ações voltadas para a educação com relação ao acesso, permanência e sucesso escolar dos estudantes em situação de possível exclusão ou violência. No caso do combate à homofobia, tais ações visam à promoção de uma educação não sexista e anti-discriminatória, que promova o respeito à diversidade sexual", informou a pasta.
Como exemplo dessas iniciativas, o ministério cita o apoio a cursos de pós-graduação em parceria com as universidades públicas para professores e gestores, a produção e divulgação de pesquisas, a inclusão da temática de forma adequada nos editais de avaliação e seleção de livros didáticos, a inclusão do debate nos currículos universitários, entre outras iniciativas sobre orientação sexual e da identidade de gênero.

Deputado critica materiais específicos para combater a homofobia
Um dos maiores opositores ao que classificou como "kit gay", o deputado federal pelo Rio de Janeiro, Jair Bolsonaro (PP), criticou em entrevista ao Terra sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo a distribuição de materiais com conteúdo "homossexual" nas escolas.
"Eles estão pregando na escola o combate à homofobia, já estão fazendo a partir da molecada com 6 anos de idade. Um dos itens ali: distribuição de livros às bibliotecas com a temática diversidade sexual para o público infantil. Ou seja, livros com gravuras de homens se beijando, né, ou em posições homoafetivas, para a molecada a partir dos 6 anos de idade, vai tá estimulando a molecada!", disse o parlamentar.
"A partir do momento que o moleque vê que tem dois meninos, dois homens, se abraçando, mantendo essa relação amorosa, ele passa a ser uma presa fácil para pedófilos. Se um homem quiser abraçar o moleque, ele vai achar que aquilo é normal", emendou Bolsonaro, que acredita que a temática da homofobia não é assunto para se discutir na escola. E ainda lembrou: "Essa briga minha aqui, não é contra os homossexuais, é contra o material escolar".

Entenda a polêmica sobre o kit anti-homofobia
O kit de combate à homofobia - que integra o projeto Escola sem Homofobia - foi desenvolvido por diversas entidades não governamentais, com a supervisão do Ministério da Educação, para ser distribuído a alunos do ensino médio de 6 mil escolas públicas previamente selecionadas. No entanto, após pressão das bancadas religiosas no Congresso Nacional, a presidente vetou o material em maio de 2011. Segundo Dilma, o kit era inadequado e fazia propaganda de orientações sexuais.
O kit é composto de um caderno com orientações sobre atividades que podem ser desenvolvidas pelos professores em sala de aula; de seis boletins destinados aos estudantes; de cartazes para divulgar o programa na comunidade escolar, de cartas endereçadas a professores, além de três vídeos para serem trabalhados em sala de aula. O convênio para a preparação do material teve um custo total estimado de R$ 1,8 milhão e incluía também pesquisas, seminários e atividades de capacitação para os educadores que fossem utilizá-los nas escolas.
Integram a equipe responsável pelo kit a ONG Pathfinder do Brasil, a Global Alliance for LGBT Education (Gale), a Comunicação em Sexualidade (Ecos), a Soluções Inovadoras em Saúde Sexual e Reprodutiva (Reprolatina) e a ABGLT. Entidades como a Unesco e o Conselho Federal de Psicologia defenderam o conteúdo do material.

Fonte: Terra

Análise: Obama enfrenta choque de realidade 6 meses após reeleição


Bloqueado no Congresso, cerceado no Oriente Médio e agora prejudicado por escândalos, o presidente Barack Obama, apenas seis meses depois de uma entusiástica reeleição, chegou ao ponto em que o segundo mandato que esperava cumprir está colidindo com o segundo mandato que de fato cumpre.
Os desafios destacam um paradoxo quanto ao 44º presidente dos EUA. Ele chefia um governo que, aos olhos dos críticos, parece cada vez mais intrusivo, usando a Receita do país como ferramenta política e xeretando registros telefônicos de jornalistas.


No entanto, há momentos em que Obama parece ser apenas um observador posicionado no mais poderoso escritório do planeta, sob o assédio da rivalidade partidária e de forças que parece incapaz de controlar.
Ele não tem como forçar o Congresso a aprovar nem mesmo uma medida modesta de controle de armas, dizem assessores, e a matança na Síria desafia a capacidade de intervenção dos EUA.
Isso desperta a questão: como é que um presidente de ambições grandiosas, mas horizontes cada vez mais restritos, pode usar seu posto?
Obama talvez esteja certo quanto a algumas das coisas que não pode fazer, mas recentemente também vem encontrando dificuldades para apresentar uma visão quanto ao que pode fazer.
A área em que um progresso maior parece mais obviamente possível é a imigração, na qual os republicanos parecem querer um acordo a fim de melhorar sua posição no eleitorado latino.
Assessores da Presidência expressaram a esperança de que seja possível chegar a um acordo sobre o Orçamento, retomar o esforço pelo controle de armas e usar os poderes do Executivo para reduzir as emissões de gases causadores do efeito-estufa.
E Obama pode promover as políticas de seu governo ao colocar em operação seu programa de saúde, apontar juízes federais e o novo presidente do Fed (o banco central americano) e retirar mais tropas do Afeganistão.
Para Obama, a forte queda no deficit anunciada na terça-feira serviu como lembrete de que, se ele concluir o mandato com uma economia mais forte, isso pode ser mais importante para seu legado que os reveses desta semana.

Mais de 1 milhão de trabalhadores não sacaram abono salarial


Mais de 1 milhão de trabalhadores ainda não sacaram o benefício do abono salarial referente a 2012/2013, no valor de R$ 678, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
O prazo para saque termina em 28 de junho. Quem não fizer o saque até lá, perde o benefício, e o valor é revertido para os cofres do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
Para o exercício 2012/2013, 20,7 milhões de trabalhadores tiveram direito ao abono salarial. Desse total, 19,5 milhões já fizeram o saque.

Quem tem direito e como receber
Tem direito ao Abono Salarial PIS/PASEP todo trabalhador que tenha tido vínculo empregatício por pelo menos 30 dias no ano anterior ao exercício e recebido, em média, dois salários mínimos, além de estar cadastrado no programa PIS/PASEP por pelo menos cinco anos e informado pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).
Os trabalhadores inscritos no PIS recebem o abono nas agências da Caixa Econômica Federal; já os inscritos no PASEP devem ir ao Banco do Brasil.
Aqueles que tiverem Cartão Cidadão da Caixa, com senha cadastrada, podem fazer o saque em casas lotéricas, caixas de auto-atendimento e postos do Caixa Aqui.
Para retirar o dinheiro, é preciso apresentar um documento de identificação e o número de inscrição no PIS ou no Pasep.

Fonte: UOL

Por ano, aeroporto de Congonhas pode ter mais 4 mi de usuários


O aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, tem capacidade para receber até 4 milhões de passageiros a mais por ano --o que elevaria em 24% o atual movimento.
Segundo relatório técnico produzido pelo Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo), órgão ligado à Aeronáutica, é possível ampliar de 30 para 38 a quantidade de voos comerciais por hora.


Esses são os chamados slots fixos, espaços para pousos e decolagens com horário previamente marcado.
O documento, ao qual a Folha teve acesso, foi solicitado pelo Executivo e é o primeiro do tipo desde o acidente da TAM em Congonhas em 2007, que deixou 199 mortos.
Na época, em meio a discussões sobre o excesso de voos no aeroporto, a União decidiu limitar as operações.
O relatório do órgão da Aeronáutica leva em consideração o potencial das duas pistas de Congonhas para receber, com segurança, voos tanto de empresas que transportam grande volume de passageiros (aviação comercial) quanto de aviões de menor porte, caso de jatinhos e táxis aéreos (aviação geral).
A partir desse parecer, o próximo passo do governo será avaliar os impactos na infraestrutura para embasar uma decisão --Anac e Infraero já preparam estudos.
Os 38 movimentos/hora apontados pelo Decea equivalem a 80% da capacidade do aeroporto, cujo teto apontado pelo Decea é de 48 voos/hora. A sobra desses slots é normalmente usada para voos sem hora marcada.
Como a capacidade total é maior, o Executivo avalia não ser necessário ampliar o número total de voos, apenas melhorar a eficiência com o transporte de mais passageiros em aviões comerciais.
Hoje, há 34 movimentos fixos permitidos, sendo 30 deles destinados à aviação comercial, como TAM e Gol, e os demais às empresas de táxis aéreos e aeronaves particulares. Esses movimentos fixos dão previsibilidade --permitindo a venda de passagens com hora marcada.
Se os 38 movimentos forem destinados à aviação comercial, como defendem setores do Executivo, Congonhas pode chegar ao aumento anual de 4 milhões de passageiros.
O cálculo foi feito por técnicos do governo a pedido da Folha. Ele se baseia na oferta de assentos e na taxa média de ocupação das aeronaves --além da transferência dos slots da aviação geral.
Em 2012, 16,7 milhões de pessoas saíram ou chegaram em São Paulo por Congonhas.
O argumento, no governo, é que jatinhos não precisam de horários fixos --as empresas de táxi aéreo discordam.

Joias avaliadas em US$ 1 milhão que seriam usadas por atrizes são roubadas de hotel em Cannes


Joias avaliadas em mais de US$ 1 milhão que seriam emprestadas a atrizes durante o Festival de Cannes foram roubadas na quinta-feira (16) à noite, informou a polícia nesta sexta-feira.
O roubo aconteceu no quarto de hotel de um funcionário da casa Chopard. O cofre foi desmontado e as peças levadas, segundo a polícia.
As estrelas do cinema internacional costumam usar joias emprestadas por grandes joalheiros no tapete vermelho de grandes eventos.

Fonte: UOL

Diretoria do Santos ignora final do Paulistão e luta para negociar Neymar em reuniões


Os dirigentes do Santos ignoraram a semana decisiva para o time antes da final do Campeonato Paulista, diante do arquirrival Corinthians, domingo, na Vila Belmiro, e passaram os últimos dias focados na venda de sua principal estrela – o atacante Neymar.
O UOL Esporte apurou que foram três reuniões em quatro dias. A maioria envolvendo o Comitê Gestor do clube e a cúpula de Neymar. Além deles, também participaram os empresários André Cury e Marcos Malaquias, e o diretor de futebol do Barcelona, da Espanha, Raul Sanllehí. O Santos está decidido a negociar o atleta já no meio deste ano e, inclusive, aprovou a proposta que recebeu do clube catalão.
O valor da oferta é mantido em sigilo, mas é bem inferior ao valor da multa rescisória, avaliada em 65 milhões de euros (cerca de R$ 169 milhões), e foi entregue ao vice-presidente do clube, Odílio Rodrigues, durante sua viagem de quatro dias na Espanha. Ele viajou exclusivamente para se reunir com o presidente do Barça, Sandro Rosell, e toda cúpula do clube catalão.
O dirigente santista chegou a território espanhol no último dia 9, dois dias antes do primeiro jogo da final do Campeonato Paulista, diante do Corinthians, no Pacaembu, e retornou na manhã da última segunda-feira. Segundo o Blog do Perrone, a viagem de Odílio causou revolta entre os conselheiros do clube, por causa do momento importante do time.
“O vice-presidente em exercício da presidência foi passear na Espanha, com a família, às vésperas da decisão que nos daria um tetracampeonato paulista? É uma tentativa de informação diversionista em relação a uma possível conversa com o Barcelona sobre a transferência de Neymar? Qualquer das duas hipóteses é ruim”, escreveu em seu blog, Luiz Roberto Serrano, conselheiro da base de apoio ao presidente Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro.
Com a proposta na mão, o vice-presidente do Santos se reuniu com os integrantes do Comitê Gestor no mesmo dia. Depois disso, a cúpula alvinegra acionou os representantes de Neymar e encararam mais três reuniões para tratar do assunto nesta semana. A última ocorreu no final da tarde desta quinta-feira.

Fonte: UOL

Lobby empresarial preparou emenda adotada por deputado


A alteração mais polêmica feita pelos deputados no texto original da Medida Provisória dos Portos foi sugerida por uma associação de empresas do setor portuário, de acordo com o parlamentar que aceitou patrocinar a ideia.
O deputado Leonardo Quintão (PMDB-MG) disse ontem à Folha que recebeu a sugestão em dezembro, quando a medida foi enviada pelo governo ao Congresso, e afirmou que não viu nada que o impedisse de assiná-la.
O objetivo da emenda era permitir a prorrogação dos contratos de terminais portuários já celebrados sem condicionantes como a revisão dos valores do contrato e o estabelecimento de novas obrigações de movimentação mínima e investimento.
Durante as discussões da reforma dos portos, a emenda foi apelidada de "Tio Patinhas" pelo líder do PR na Câmara, Anthony Garotinho (RJ). O apelido foi adotado por outros parlamentares como uma alusão aos interesses econômicos por trás da defesa da proposta.
A emenda apresentada por Quintão acabou fora do relatório que foi votado na comissão especial formada por deputados e senadores, fase que antecede o envio do texto para o plenário. Já no plenário da Câmara, outros sete deputados apresentaram 23 emendas semelhantes durante a votação, e ela acabou aprovada na 21ª tentativa.
Aceitaram patrocinar a mudança parlamentares de quatro partidos --dois da base governista, PMDB e PT, e dois que fazem oposição ao governo federal, DEM e PPS.
Quintão disse que, a pedido da Confederação Nacional da Indústria, recebeu em dezembro em seu gabinete o presidente da Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres de Uso Público (Abratec), Sérgio Salomão.
A CNI negou à Folha ter feito "qualquer pedido" a Quintão para que recebesse o presidente da Abratec.