quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Autópsia de Amy Winehouse deve ser considerada inválida


A autópsia de Amy Winehouse, que determinou que a causa da morte da cantora foi intoxicação por álcool, pode ser invalidada.


Segundo a imprensa britânica, a assistente do médico legista não poderia ter atuado nessa posição e todos os resultados assistidos por ela devem ser considerados "ilegais".

A autópsia foi coordenada pelo legista Andrew Scott Reid com sua mulher, Suzanne Greenaway, atuando como assistente. Em novembro do ano passado, foi revelado que Greenaway não possuía os requisitos básicos exibidos pelo governo para o cargo e foi afastada.

Para que a autópsia de Winehouse seja invalidada, é preciso que o resultado seja questionado na justiça.

Winehouse morreu em julho do ano passado aos 27 anos. O resultado dos exames foi revelado em outubro e apontou que a morte foi provocada por "envenenamento por álcool" e considerada acidental.

Segundo a investigação, a cantora tinha mais de cinco vezes o limite de álcool no sangue permitido para dirigir.

Fonte: Folha.com

Frigorífico é multado em R$ 1 milhão por vazamento que matou 4 no Mato Grosso do Sul


O grupo Marfrig Frigoríficos e Comércio de Alimentos S/A foi multado em R$ 1 milhão pelo vazamento de um produto que causou uma forte reação química e matou quatro funcionários na terça-feira (31) no município de Bataguassu, em Mato Grosso do Sul. O acidente ocorreu no curtume da unidade -- local de tratamento de couro-- e deixou cerca de 28 intoxicados. Três funcionários continuam internados. O frigorífico não foi atingido.

Segundo nota da empresa, os corpos de Edimar Felisbino da Silva e Marcus Vinicius da Silva Melo serão sepultados hoje à tarde no Parque Araçá, em Bataguassu. O corpo de Waldir Henrique Raimundo foi trasladado para Lins (SP) e o de Karl Matheus Luft seguiu hoje em taxi aéreo para o aeroporto de Novo Hamburgo (RS), com destino a Estância Velha (RS).

Ainda segundo a Marfrig, o estado de saúde dos funcionários Vinícius Alcântara Gartiner, Sidney da Silva Vitório e Leonardo Oliveira Silva, transferidos para a Santa Casa de Misericórdia de Presidente Prudente (SP), é estável. "Todos os outros funcionários atendidos pela Santa Casa de Bataguassu já receberam alta e foram liberados na noite de ontem. A empresa está prestando assistência aos funcionários e familiares e colaborando com as autoridades para a rápida apuração dos fatos", diz em nota.

A multa de R$ 1 milhão foi dada pela Polícia Militar ambiental do MS, calculada com base no artigo 61 do decreto federal de 2008, que trata da penalidade imposta quando os níveis da poluição causam danos aos seres humanos. Segundo a polícia, após avaliação no local, foi constatado que o vazamento foi um acidente e que as licenças do estabelecimento estavam em dia.

De acordo com a polícia ambiental, a empresa tem 30 dias para se manifestar. Procurada pela reportagem, a Marfrig disse que está focada no atendimento às famílias e não vai se pronunciar no momento sobre a multa.

O auto de infração ainda será julgado e a o valor poderá ser aumentado ou reduzido ao final do processo administrativo instaurado pelo Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul). Os autos administrativos também foram encaminhados à Polícia Civil, que abriu inquérito para apurar as mortes dos funcionários, e ao Ministério Público do Estado, que vai investigar possíveis danos ambientais.

Como foi a reação química

Segundo informações do coronel do Corpo de Bombeiros, Joilson de Paula, um caminhão chegou na área de descarregamento do frigorífico pela manhã. Às 10h15, o motorista iniciou o enchimento de um dos dois tanques, cada um com capacidade de 5.000 litros, do líquido Coramin-MKGS, usado na retirada de pêlos de couro bovino.

Em poucos minutos, ainda segundo informações de Joilson de Paula, houve uma violenta reação química e uma fumaça saiu dos tanques. Percebendo o perigo, o motorista e vários funcionários correram em busca de abrigo. Os quatro que morreram foram atingidos de imediato.

Segundo o coronel, o Coramin-MKGS é um produto que, se manuseado de forma correta, não oferece risco. Porém, se entrar em contato com outra substância, pode passar por uma reação química e liberar gases tóxicos.

Segundo informações preliminares divulgadas pela empresa ontem, houve reação química no descarregamento de insumos realizado por uma empresa terceirizada. As causas do acidente ainda serão apuradas.

Outro lado

No fim do dia de ontem, o presidente do grupo Marfrig, Marcos Antonio Molina dos Santos, lamentou o ocorrido, por meio de nota. "A diretoria da Marfrig expressa o seu mais profundo pesar pelo ocorrido e segue prestando todo o suporte às famílias das vítimas."

A Marfrig é a segunda maior indústria de carnes do Brasil e uma das maiores empresas alimentícias do mundo, com fábricas na Argentina, Chile, México, Uruguai, Estados Unidos, França, Holanda, Reino Unido, África do Sul, Austrália, China, Coreia do Sul e Tailândia.

Em nota, a empresa diz que o vazamento foi controlado. 

Exclusivo: um quarto do Congresso tem supersalário

Auditorias nas folhas de pagamentos da Câmara e do Senado feitas pelo TCU encontram 1.588 servidores efetivos recebendo acima do limite constitucional, atualmente fixado em R$ 26,7 mil


Quase 25% dos servidores efetivos do Congresso recebem supersalários, ou seja, acima do teto estabelecido pela Constituição Federal. Auditorias feitas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) revelaram que 1.588 dos 6.816 funcionários concursados têm seus vencimentos acima do limite do funcionalismo público, que é o subsídio pago aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), atualmente fixado em R$ 26.723,13.

De acordo com as auditorias nas folhas de pagamento das duas Casas, são 1.112 servidores na Câmara e 476 no Senado que recebem mais que do que prevê a Constituição. Quase um terço (31%) da força de trabalho efetiva da Câmara está nessa situação, considerada ilegal por auditores da corte de contas. No Senado, são 15%. Ao todo, os 1.588 supersalários do Congresso representam 23% da força de trabalho efetiva das duas Casas, que recentemente tiveram aumentos salariais e buscam novos reajustes.


O Congresso em Foco apurou que as auditorias estão prestes a serem levadas ao plenário do tribunal. A expectativa na corte de contas é que entrem em pauta no próximo mês. O relator do caso, ministro Raimundo Carreiro, já preparou boa parte de seu voto em relação ao Senado e aguarda apenas uma resposta dos técnicos do TCU aos esclarecimentos prestados pela Câmara depois que a Casa foi avisada da quantidade de supersalários entre os servidores que trabalham para os deputados.

De acordo com a auditoria do TCU, a folha de pagamentos da Câmara, presidida atualmente por Marco Maia (PT-RS), tem praticamente os mesmos problemas observados pelo tribunal no Senado, como pagamento irregular de horas extras e outras verbas que compõem a remuneração dos funcionários. “Aquelas mesmas coisas do Senado, aquele negócio de hora extra, aquele tour [gratificação paga a quem atende turistas no Congresso]. Com exceção dos consultores, os outros casos são praticamente os mesmos”, afirmou Carreiro ao Congresso em Foco, na semana passada, ao deixar uma sessão plenária da corte.

A diferença apontada pelo ministro é que o TCU não identificou pagamento irregular de aposentadorias para consultores. No Senado, esse e outros problemas, como os supercontracheques, causaram prejuízo de R$ 157 milhões por ano. O prejuízo total na Câmara ainda é desconhecido.

Atalhos

Na Câmara, a auditoria encontrou atalhos proibidos feitos pelos deputados a fim de melhorar os rendimentos dos funcionários. Certos atos foram decididos apenas pelos sete membros da Mesa Diretora, em vez de serem discutidos antes com os 513 deputados em plenário. “Não tem condições isso”, afirmou Carreiro, ex-secretário-geral da Mesa do Senado.

Pelo menos dois funcionários da Câmara recorreram à Justiça no ano passado por receberem salários acima do teto. Assim como os 15 mil servidores da Câmara e os 6 mil do Senado, eles tiveram que se submeter a uma liminar da 9ª Vara Federal, concedida em 2011, que mandou as duas Casas cortarem tudo o que excedesse os R$ 26.723. Os dois funcionários, um deles aposentado, não conseguiram ter seus supersalários de volta naquele momento. Mas depois as liminares acabaram suspensas pelo presidente do Tribunal Regional Federal 1ª Região, Olindo Menezes. Até hoje, o desembargador não levou os recursos a julgamento no plenário.

Raimundo Carreiro chegou a anunciar que levaria ao plenário da corte a auditoria do Senado até o fim de 2011, mas mudou de ideia. Quer julgar os dois casos juntos. Ele aguarda que os auditores incluam no trabalho uma resposta às ponderações da própria Câmara, que foi ouvida sobre o resultado da auditoria. “As questões são as mesmas. Por que você paga assim? Por que a Câmara paga?”, explicou Carreiro. No plenário, o ministro espera fazer o confronto do levantamento de informações dos auditores com as explicações das administrações da Câmara e do Senado.

A auditoria do TCU identificou primeiramente 464 funcionários do Senado ganhando mais que o teto do funcionalismo. Mas o gabinete do ministro Raimundo Carreiro afirmou que a quantidade correta de funcionários com supersalários é 476.

Norma interna

Em nota, a assessoria da Câmara disse que faz os pagamentos dos funcionários com base em uma norma interna de 2006. “Vários servidores” da Casa têm descontos nas remunerações quando elas extrapolam o teto, garantiram os assessores da Câmara. A instituição entende que o teto é uma matéria “complexa” e lembra que o caso está em discussão no TCU e no Judiciário. Uma das decisões judiciais em questão mandou a Câmara cortar os pagamentos acima do limite de R$ 26.723, mas outra liberou a Casa para pagar salários acima disso.


A assessoria do Senado disse que não existem supersalários na Casa e que a instituição cumpre a lei. O Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo (Sindilegis), que defende aumentos salariais para a categoria, foi procurado na terça-feira (31), mas não prestou esclarecimentos sobre o tema.


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Número de intoxicados por gás no Mato Grosso do Sul pode passar de 30; 4 morreram


Pode passar de 30 o número de trabalhadores intoxicados com um gás ainda não identificado, que vazou das instalações do frigorífico Marfrig, no Mato Grosso do Sul. O comandante do Corpo de Bombeiros no Estado, coronel-PM Ociel Ortiz Elias, informou que quatro operários morreram e três foram transportados para um hospital de Presidente Prudente (SP) em coma induzido. Os demais estão sendo atendidos em hospitais da cidade e região.

Ele explicou que até o momento 28 pessoas foram atingidas pelo produto, em consequência de um acidente, ocorrido logo após explosão na seção de curtume da empresa situada no município de Bataguassu, a 335 quilômetros de Campo Grande, na região leste do Mato Grosso do Sul, divisa com São Paulo.

Em nota, a empresa diz que o vazamento foi controlado. Veja íntegra da nota oficial sobre o caso:

A Marfrig informa que o acidente envolvendo a unidade de curtume no município de Bataguassu (MS) já foi controlado. Três funcionários atingidos foram removidos para Presidente Prudente (SP) e os demais estão sendo atendidos pela Santa Casa local. Alguns já foram liberados e outros permanecem em observação. Quatro funcionários da unidade vieram a óbito.

O curtume foi evacuado e, em conjunto com a polícia civil e técnica, causa do acidente está sendo apurada. Informações preliminares indicam que houve uma reação química decorrente de manipulação de insumos inerentes da atividade de curtume. Executivos da empresa estão no local empenhados na prestação de atendimento aos funcionários atingidos e suas famílias. A unidade frigorífica de Bataguassu, próxima ao curtume, não foi atingida pelo acidente e continua funcionando normalmente. Assim que as informações estiverem esclarecidas a empresa voltará a informar.

Dados do Megaupload serão mantidos por "pelo menos mais 2 semanas", diz advogado


O advogado Ira Rothken, responsável por defender o site de compartilhamento de arquivos Megaupload, informou nesta terça-feira (31) pelo Twitter que as informações dos usuários serão preservadas por pelos menos mais duas semanas.  O aumento do prazo da preservação dos dados deu-se após um acordo com a Carpathia Hosting e com Cogent Communications – empresas que guardam os arquivos.

"Carpathia e Congent concordaram em preservar os dados dos usuários por um tempo adicional de pelos menos duas semanas. Desta forma, o Megaupload pode trabalhar em um acordo com o Governo Americano", escreveu Ira Rothken no Twitter.

O FBI anunciou nesta segunda-feira (30) sobre a decisão de apagar a informação de milhares de usuários do Meguapload. No entanto, estima-se que os servidores do Megaupload – acusado de pirataria em massa – abrigam dezenas de milhares de informações legítimas, de usuários comuns que utilizavam o serviço para guardar arquivos pessoais ou simplesmente transmitiam arquivos grandes. Em reportagem do UOL Tecnologia, usuários brasileiros contam como ficaram na mão sem acesso ao serviço.

A Carpathia, uma das empresas americanas que guardam informações do Megaupload, informou em um comunicado que não têm acesso aos dados dos servidores do site de compartilhamento e que não têm nenhum tipo de mecanismo para liberar os dados “bloqueados pelo FBI” aos usuários. “Quem acredita que seus dados estão em nossos servidores, por favor, não entre em contato conosco”, diz a empresa.

O site é baseado em Hong Kong, mas alguns de seus servidores ficam na Virgínia – por isso os EUA teriam autoridade para agir, apagando parte dos dados. O Megaupload contrata empresas terceirizadas para armazenar o conteúdo, pagando por isso. Mas Ira Rothken, um dos advogados da companhia, afirmou no domingo (29) que esse pagamento não pode ser realizado porque as contas foram congeladas pelo governo. A data prevista para o “apagão” dos arquivos compartilhados pelos usuários era quinta-feira (2).

Rede de pirataria

As autoridades dos EUA tiraram o Megaupload do ar por considerar que o site faz parte de "uma organização delitiva responsável por uma enorme rede de pirataria virtual mundial" que causou mais de US$ 500 milhões em perdas ao transgredir os direitos de propriedade intelectual de companhias. Em resposta, os hackers do Anonymous atacaram sites do governo e de gravadoras, tirando-os do ar.

Kim Dotcom teve a liberdade sob pagamento de fiança negada e permanecerá na prisão até 22 de fevereiro, enquanto as autoridades dos Estados Unidos buscam sua extradição acusando-o de pirataria em massa. Segundo autoridades, o serviço rendeu a seu fundador, somente em 2011, US$ 42 milhões. A Justiça da Nova Zelândia congelou o equivalente a R$ 15,6 milhões em bens do fundador do site naquele país.

Segundo o FBI, sete pessoas são suspeitas de operarem o Megaupload e sites relacionados: das seis detidas, duas já foram soltas. Um suspeito está foragido. O detalhamento da ação inclui lavagem de dinheiro e infrações graves de direitos autorais.

A acusação diz ainda que o MegaUpload recompensava usuários -- o documento não detalha quanto -- que subiam para o site os programas mais baixados. Aqueles que faziam upload de conteúdos ilegais, como cópias de programas e DVDs de filmes populares, eram os mais bem pagos. A pena máxima pelos crimes é de 20 anos.

“Indústria do crime”


O FBI definiu os negócios de Kim Schmitz como “indústria do crime”. “Por mais de cinco anos, o site operou de forma ilegal reproduzindo e distribuindo cópias de trabalhos protegidos por direitos autorais, incluindo filmes – disponíveis no site antes do lançamento –, músicas, programas de TV, livros eletrônicos e softwares da área de negócios e entretenimento”, diz o órgão.

De acordo com o FBI, o modelo de negócios do site de compartilhamento de arquivos promovia o upload de cópias ilegais. Tanto é que o usuário era recompensado pelo site quando incluía arquivos que eram baixados muitas vezes. Além disso, o Megaupload pagava usuários para criação de sites com links que levavam para o serviço.

Conforme alegado no processo, os administradores do site não colaboraram na remoção de contas que infringiam direitos autorais, quando solicitados pelas autoridades. Para citar o “descaso” da empresa, o FBI comenta que quando solicitado, o site ia lá e removia apenas uma cópia, deixando disponível outras milhares de cópias do arquivo pirateado.

Milionário excêntrico


Kim Schmitz, que fez 38 anos na prisão, foi detido na mansão onde morava com a mulher grávida e três filhos em Coatesville, cidade próxima a Auckland (Nova Zelândia). Apesar de casado, o milionário era famoso por estar sempre rodeado de belas mulheres.

A casa onde ele foi preso está avaliada em US$ 30 milhões (cerca de R$ 52,7 milhões). Apesar de ter gasto cerca de R$ 5,7 milhões em uma reforma, a mansão não pertence a Dotcom: ele tentou comprá-la, mas não teve sucesso por causa de problemas na Justiça. Fez então um contrato de leasing com o proprietário.

De acordo com o detetive da polícia de Auckland, Grant Wormald, o fundador do Megaupload tentou se esconder em uma sala fortificada (bunker) de sua mansão quando notou a chegada das autoridades. “Ele ativou uma série de mecanismos eletrônicos para fechar portas. Quando a polícia neutralizou as fechaduras, ele se trancou dentro da sala cofre”, disse Wormald.

Quando conseguiram abrir a sala, as autoridades encontraram Dotcom com uma espingarda de cano cortado. “Definitivamente não foi tão simples quanto bater na porta da frente e entrar”, comentou o policial.

Na ação, os policiais confiscaram ainda vários veículos de Dotcom, entre eles um Cadillac rosa de 1959 e um Rolls Royce Phantom -- este último avaliado em mais de US$ 400 mil (cerca de R$ 705 mil). Também foram confiscados jet skis.

Dotcom nasceu na Alemanha e tem também cidadania finlandesa. No entanto, tem residência fixa na Nova Zelândia e o site é baseado em Hong Kong -- lá o serviço Megaupload está barrado desde 2009. Os serviços do Megaupload também tinham sido anteriormente bloqueados na Índia e na Malásia.

Fonte: UOL Tecnologia

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Bebê de 1 ano mata cobra após arrancar com mordida cabeça do réptil


Caso ocorreu em Shfaram, em Israel.
Cobra tem picada dolorida, mas não é venenosa.


Um bebê de 1 ano matou uma cobra de 35 centímetros após arrancar com uma mordida a cabeça do réptil na última quinta-feira em Shfaram, em Israel. A criança Imad Gadir não ficou ferida, mas foi levada para o hospital por precaução, segundo o jornal "Yedioth Ahronoth".
Quando percebeu o que tinha acontecido, a mãe do menino começou a gritar. Ao ouvir os gritos, um vizinho pulou o muro da casa, entrou no quarto e tirou a cobra da mão de Imad. "Eu ainda não consigo acreditar no que vi", disse a mãe.
O especialista Eli Cohen estima que a cobra tinha três anos de idade. Segundo ele, a picada é dolorida, mas não é venenosa.

Fonte: G1

Peru ataca policiais nos EUA e acaba 'preso'


Agentes levaram 30 minutos para capturar a ave em Boston.
Peru 'Oscar' foi levado para outra área após atrapalhar o trânsito.

Um peru selvagem atacou policiais que tentavam capturá-lo em Boston, no estado de Massachusetts (EUA). A ave foi encurralada depois de atrapalhar o trânsito em um cruzamento. Depois de 30 minutos, o peru foi "preso" e colocado no carro da polícia. Os agentes soltaram a ave, que ganhou o nome de "Oscar", em um local seguro, segundo a emissora de TV "WCVB".

Policiais levaram 30 minutos para capturar o peru. (Foto: Reprodução/WCVB)

Fonte: G1

Garoto peruano carrega feto de irmão gêmeo na barriga


Isbac Pacunda, de 3 anos, carrega um feto de 700 gramas no abdômen.
Caso pode acontecer uma vez a cada 500 mil nascimentos, dizem médicos.


Um garoto de três anos de idade vai passar por uma cirurgia no Peru para retirada do feto de um irmão gêmeo, que ficou alojado dentro de sua barriga.
A operação no jovem Isbac Pacunda estava marcada para esta segunda-feira (30), após exames de tomografia e ecografia terem detectado o feto de 700 gramas e 25 centímetros de tamanho.
Para os médicos que cuidam do caso, a chance de um feto acabar dentro do corpo do irmão gêmeo é de 1 a cada 500 mil nascimentos.
Segundo Carlos Astocondor, cirurgião pediatra que participa dos cuidados ao jovem peruano, casos como o de Isbac acontecem quando o óvulo fecundado está se formando e antes do início da criação do embrião.
O feto dentro de Isbac não chegou a desenvolver cérebro, coração, pulmões ou intestinos, mas possui couro cabeludo no crânio, ossos de membros superiores e inferiores e ossículos nas mãos e nos pés.
O pai do garoto, Leonidas Pacunda, saiu com o filho de Ajachin, uma comunidade de índios aguarunas na região amazônica de Loreto, e viajou por 375 quilômetros até a cidade de Chiclayo, capital da região de Lambayeque, a 660 quilômetros a noroeste de Lima.
Há três anos, os responsáveis pelo parto de Isbac disseram a Leonidas que ele seria pai de gêmeos, mas o agricultor nunca chegou a entender o que havia acontecido com o outro filho. Nenhum feto havia sido detectado no corpo de Isbac até Leonidas resolver levar o jovem até o Hospital Las Mercedes, em Chiclayo.

Fonte: G1